Tio Sam: o que faz universidades como Harvard e MIT desejarem um estudante?
É que muitas escolas dos Estados Unidos querem estrangeiros em suas salas de aula, diz Ana Virgínia Kesselring, especialista na preparação de candidatos para cursos no exterior.
"Se você é de fora, paga uma mensalidade mais alta do que o aluno nascido no país, daí o interesse das instituições", explica ela.

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Se dinheiro não for o problema, o candidato sequer precisa ter um desempenho excepcional para ser aceito numa faculdade do país. Afinal, diz a especialista, existe oferta para todos os perfis de aluno, com diferentes graus de exigência.
Difícil mesmo é ser admitido na graduação ou na pós-graduação das grandes instituições de ensino superior dos Estados Unidos.

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Titãs como Harvard, MIT ou Yale, por exemplo, são figurinhas carimbadas na maioria dos rankings de melhores universidades do mundo - e, com toda a razão, aplicam rigorosos processos seletivos.
Mas você está enganado se pensa que o crivo dessas instituições é meramente uma prova mais assustadora do que o normal.
"Elas aplicam um processo mais qualitativo, para saber quem você é e como pode contribuir para o seu meio”, explica Ana Virgínia. Por isso, além de provar seu excelente desempenho acadêmico, o estudante deve exibir suas conquistas pessoais e extracurriculares.

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Etapas necessárias
Graças à sua complexidade, o processo seletivo das melhores universidades dos EUA exige pelo menos um ano de preparação, inclusive para quem busca a pós-graduação.São aplicadas provas padronizadas - o SAT ou ACT para quem mira a graduação, e o GMAT ou GRE para candidatos à pós-graduação. No caso dos estrangeiros, também é preciso ser aprovado num exame de proficiência em inglês.
Outros documentos essenciais são histórico escolar (em tradução juramentada), currículo acadêmico ou profissional, além de cartas de recomendação.
O candidato também deve escrever uma série de pequenas redações, entre os quais está um texto de apresentação (o chamado “personal statement”), em que contará sua história pessoal. Em algumas seleções para pós-graduação, também há entrevistas.
Exame.com
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